Ontem foi o dia em que demos as boas vindas a uma nova gama de smartphones Apple iPhone. No entanto, a verdade, é que não tivemos qualquer surpresa… Os ‘leaks’ e rumores estavam 99% corretos, como, verdade seja dita, costumam estar.
Algo que confirmou o que já muito boa gente esperava, o novo iPhone não vem revolucionar nada.
Sim, é uma excelente atualização face do iPhone 12 do ano passado, mas verdade seja dita, as suas novas funcionalidades, são algo que já podemos encontrar no mundo Android. Aliás, são “novidades” que já estão há tanto tempo no mundo Android, que até já as podemos encontrar na gama média.
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Novo iPhone = funcionalidades antigas? Porquê?
Portanto, a gama iPhone 13 vai ter 4 versões diferentes, o mini, o normal, o Pro e por fim o Pro Max. Dito isto, os modelos mais caros ‘Pro’ vão contar com ecrãs OLED LTPO capazes de chegar aos 120Hz. Isto enquanto toda a gama vai contar com um processador mais rápido, um design um “pouquinho” diferente, câmeras mais poderosas, e claro, vamos ter mais alternativas no campo do armazenamento.
Dito tudo isto, a grande novidade está mesmo no ecrã LTPO de fabrico Samsung. Que além de duplicar o framerate do ecrã (60 -> 120Hz), também vai finalmente permitir ao mundo iOS, trazer para cima da mesa a funcionalidade always-on.
Mas isto também nos faz pensar um pouco… Há quanto tempo temos ecrãs capazes de chegar aos 120Hz no mundo Android? E a funcionalidade always-on?
Bem… Ao nível das novidades, elas são poucas. Mas no mundo Apple, o que realmente interessa é a qualidade da sua implementação. Ou seja, a experiência que o utilizador tem enquanto usa o seu smartphone.
Afinal de contas, a Apple nunca é a primeira a levar nada para o mercado, preferindo sempre optar por tecnologias testadas, e claro, refinadas. É por isso que os seus aparelhos são sempre um sucesso, eles apenas… Funcionam. Bem, esta é a história que andamos a ouvir há alguns anos! Mas a verdade é que a Apple não está tanto a optar por chegar depois dos outros. A gigante Norte-Americana está mesmo atrasada relativamente ao resto do mercado.
Será que a Apple esteve simplesmente à espera que as “novidades” ficassem mais baratas? Ou continuou a apostar naquilo que fazia bem, porque sabia que ia vender? É que não faz qualquer sentido ver a Apple a chegar ao mundo das altas frequências de atualização de frames no fim de 2021, quando o mundo Android já entrou na ‘moda’ no longínquo ano de 2017!
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