Numa entrevista que irĂĄ para o ar no dia 26 de Janeiro na MSNBC, Pichai, o CEO da Google descreveu a inteligĂȘncia artificial como algo parecido com a eletricidade ou fogo: Ăștil, mas perigoso.
Não é exagero dizermos que 2017 foi o ano da IA. Não só assistimos ao nascimento da Bixby, como observåmos os assistentes de IA existentes, como o Alexa e o Google Assistant a chegarem a todos os utilizadores através de alti-falantes inteligentes. Na verdade, a IA deverå crescer substancialmente ao longo dos próximos anos, atingindo um valor global de 23,4 mil milhÔes de dólares até 2025. No entanto, à medida que cada mais fabricantes dependem desta, existem preocupaçÔes cada vez maiores, desde questÔes pråticas até éticas.
Felizmente, o CEO da Google, Sundar Pichai, tambĂ©m estĂĄ ciente de que com uma tecnologia tĂŁo importante, surgem grandes responsabilidades. Numa entrevista com Kara Swisher da Recode e Ari Melber da MSNBC, Pichai afirmou que a “IA Ă© uma das coisas mais importantes em que a humanidade estĂĄ trabalhar. Ă mais profundo do que, eu nĂŁo sei, eletricidade ou fogo. “E continuou:” [Apesar do fogo ser bom], tambĂ©m mata pessoas. Aprendemos a aproveitar o fogo para os benefĂcios da humanidade, mas tambĂ©m temos de superar as suas desvantagens “.
Pichai indicou que a IA terå inevitavelmente um papel importante no avanço da humanidade para encontrar, por exemplo, uma cura para o cancro.
O sucesso da IA passa por encontrar um equilĂbrio entre sua utilidade e o que nos define como humanos.
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