Quando a Microsoft lançou o Windows 10 em 2015, ficou assente que a empresa tinha decidido mudar a sua estratégia, ao decidir vender o Windows como um serviço, e não como um pacote de software que é lançado, fica obsoleto, e é por isso mesmo substituído nas prateleiras das lojas.
Pois bem, o que mudou na cabeça dos executivos da Microsoft para lançar o Windows 11? Bem… Caso ainda não tenha percebido, o novíssimo W11, é o Windows 10 com alguns pózinhos em cima, e um nome um bocadinho diferente.
Windows 11: Qual é a razão da sua existência!?
Portanto, como já deve ter percebido, com o novo lançamento da Microsoft, temos uma interface renovada, requisitos de hardware um bocadinho mais exigentes, e claro, algumas melhorias técnicas aqui ou ali. No entanto, a verdade é que tudo o que aqui foi feito, poderia ter sido implementado através de uma ou várias atualizações ao Windows 11.
Aliás, curiosamente, quando o Windows 11 foi originalmente lançado, a sua versão nem sequer mudou, continuou a ser “10.0”. Esta foi a primeira vez que duas versões diferentes do Windows partilharam a mesma versão.
Assim, muito resumidamente, o lançamento do Windows 11 é uma jogada de marketing primeiro, e um esforço para levar o mundo dos PCs para uma outra era, em segundo lugar.
De marketing? Sim! O Windows 10 deveria ter sido o derradeiro Sistema Operativo da Microsoft. Mas agora ficou aparente que depois do W11, vamos ter o W12, o W13, e por aí fora… Vamos, de certa maneira, voltar ao antigamente.
Sendo exatamente por isso que a Microsoft parece ter-se esforçado para aumentar os requisitos de hardware do seu “novo” SO. Isto apesar do facto de o sistema operativo funcionar perfeitamente bem em hardware supostamente não suportado.
A ideia é fazer uso de novos padrões, tanto de performance, como também de segurança. Mas isto poderia ter sido feito também com o Windows 10, apesar de potencialmente ser uma missão mais complicada.
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